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Tem pressão baixa e quer começar na academia? Confira nossas dicas

Fraqueza, tontura, confusão, sensação de desmaio podem ser sintomas de pressão baixa, que é definida como a pressão arterial em níveis menores que 90 mmHg X 60 mmHg (9 por 6). A hipotensão arterial não é considerada uma doença propriamente dita, mas pode estar relacionada a doenças graves que diminuem a qualidade de vida como o infarto e diabetes, por exemplo. Pessoas saudáveis podem sentir os sinais da queda de pressão por vários motivos, dentre os mais comuns estão: a exposição a calor intenso, longos períodos de jejum, movimentos bruscos ao levantar, excesso de consumo de diuréticos, entre outros motivos.

Como saber se tenho hipotensão?

Pode parecer óbvio, mas é importante dizer: a única forma de ter certeza sobre qualquer coisa relacionada à sua saúde é procurando um médico.

A hipotensão é diagnosticada através de um exame clínico e o levantamento do histórico do paciente. Contudo, o médico pode solicitar testes laboratoriais para respaldar o diagnóstico. É possível também que o médico solicite um exame chamado MAPA (monitorização ambulatorial da pressão arterial). O MAPA é um exame que irá medir a pressão arterial a cada 20 minutos, durante 24 horas, a fim de obter um histórico mais completo do paciente registrando inclusive a pressão durante o sono e durante eventuais sintomas que o paciente possa sentir ao longo do dia.

Quais as causas da pressão baixa?

Como dito acima as quedas de pressão podem ocorrer em situações que favorecem a diminuição do fluxo sanguíneo pelo corpo. A exposição a calor intenso, desidratação, longos períodos de jejum, movimentos bruscos ao levantar, excesso de consumo de diuréticos e remédios contra a hipertensão, dentre outros motivos. Por esta razão é importante consultar um médico, para que ele possa identificar a causa mais provável das suas quedas de pressão e possa diagnosticá-lo da forma correta.

O que fazer quando a pressão está baixa?

Caso já tenha consultado seu médico e descartado uma possível doença relacionada, verifique algumas dicas de como minimizar os efeitos da queda de pressão:

Dica 1

Em casos de queda brusca da pressão arterial, é recomendado deitar-se imediatamente numa posição confortável elevando os pés em um nível mais alto do que o coração e a cabeça.

Dica 2

Durma com os pés mais elevados do que o resto do corpo com a ajuda de uma simples almofada. Isso estimula o fluxo sanguíneo e facilita o ato de levantar na manhã seguinte.

Dica 3

Durante a crise também procure ingerir bastante líquido em pequenos goles. Dê preferência a sucos de frutas, como por exemplo, um suco de laranja natural, caso esteja em jejum. Ingerir um pouco de sal também pode ajudar, aumentando a pressão e diminuindo os efeitos da hipotensão.

Dica 4

Praticar exercícios físicos regularmente contribui para um sistema circulatório saudável e estabiliza a pressão arterial; evitando, portanto, tanto a pressão alta quanto a pressão baixa. Além de ajudar a evitar outras doenças como diabetes, por exemplo.

Dica 5

Se a pressão baixa é algo constante na sua vida, evite permanecer em locais muito quentes e com pouca circulação de ar. Grandes aglomerações de pessoas como shows e blocos carnavalescos, por exemplo, requerem prudência.

Dica 6

Evite produtos como café ou energéticos. A ação estimulante no corpo é temporária e os efeitos colaterais do excesso de cafeína ao longo do tempo são bastante adversos.

Dica 7

Caso os sintomas persistam por mais de 15 minutos é preciso procurar imediatamente um atendimento médico de urgência.

A hipotensão pós-exercício (HPE) é caracterizada pela observação de valores de pressão arterial mais baixos após a realização de uma sessão de exercício do que aqueles observados antes de sua realização e que se mantêm dessa forma por um período prolongado.

A HPE, caracteristicamente dura de vários minutos até horas após o exercício e tem uma magnitude média esperada de 8/9 mm Hg em normotensos, 14/9 em hipertensos limítrofes e 10/7 em hipertensos, para as pressões sistólica e diastólica respectivamente.

Alguns fatores relacionados às características de quem realizou o exercício e ao tipo, intensidade e duração do exercício podem influenciar essa redução da pressão arterial, como segue:

a) População: a hipotensão pós-exercício é maior, quanto maiores forem os valores de pressão arterial iniciais, por isso hipertensos em geral apresentam resposta hipotensora pós-exercício mais pronunciada do que normotensos.

b) Tipo de exercício: o fenômeno da hipotensão pós exercício vem sendo observado na maior parte dos estudos frente aos exercícios aeróbios.

Embora alguns autores tenham estudado esse fenômeno mais recentemente utilizando exercícios com pesos não existem grandes evidências de redução prolongada da pressão arterial após esses exercícios.

É importante lembrar que existe e é bastante conhecida a redução da pressão arterial que ocorre nos primeiros segundos ou minutos após os exercícios com pesos, decorrente de uma oclusão total ou parcial dos vasos durante o exercício que ocasionará uma resposta vasodilatadora logo após sua execução. Entretanto, essa situação não se caracteriza como hipotensão pós-exercício pela sua curta duração.

  1. c) Duração e intensidade do exercício: a redução da pressão arterial após o exercício tende a ser maior quanto maior for a sua duração, no entanto, sua relação com a intensidade não está muito bem estabelecida.

Apesar de alguns aspectos relativos à HPE como a sua relação com intensidade, tipo e duração do exercício e também os mecanismos predominantemente envolvidos não estarem muito bem esclarecidos, a redução da pressão arterial e a manutenção em níveis mais baixos após o exercício por um tempo prolongado é, até certo ponto, benéfica, principalmente para o hipertenso, havendo, inclusive indícios de sua contribuição para o restabelecimento da hipovolemia observada durante o exercício sem reidratação.

Na prática o conhecimento sobre as características da HPE será também útil para a adoção de medidas preventivas em relação a somação do efeito hipotensor do exercício com o dos medicamentos que pode desencadear desconfortos nas sessões de treinamento ou mesmo algumas horas após, como tontura e mal-estar.

 

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